TI Bimodal - Como resolver uma equação que se situa entre uma necessidade e uma realidade?

A necessidade vem do fato de as empresas precisarem garantir segurança e estabilidade nos sistemas de operações, sem comprometer a agilidade e a competência no atendimento de demandas de seus clientes. A realidade vem do fato de as empresas viverem um momento de crise e contenção de gastos, sem poder descuidar dos avanços de sua área de TI.  Uma das respostas – que vem efetivamente ocorrendo nas grandes corporações - seria a adoção de um sistema de TI Bimodal. 

O termo TI Bimodal foi criado pelo Gartner, em 2014, e, como sugere, é um modelo de gerenciamento de áreas de tecnologia que alia dois modos operacionais: o tradicional – que visa estabilidade - e o inovador (ou flexível) – que visa experimentação e respostas rápidas. A interação destes dois modos garante às equipes de TI maior fluidez, compartilhamento e entendimento sobre  informações de diferentes áreas, e respostas eficientes para demandas que envolvam tanto as operações de rotina como as que surgem de forma inesperada.

A mobilidade das novas tecnologias (BYOD e Cloud Computing) gerou a necessidade de as empresas adotarem um uso de TI diferenciado que alie as condições de estabilidade  e eficiência dadas pelos métodos tradicionais a métodos inovadores, que trazem em si uma imprevisibilidade relativa. Segundo especialistas do setor, a implantação dos sistemas de TI Bimodal será uma obrigatoriedade nos próximos anos, uma vez que não há como desconsiderar a interferência da tecnologia em todos os setores de negócios e na determinação do nível de competitividade das empresas.

É importante manter os investimentos garantindo o melhor custo-benefício, por isso é necessário entender essa “equação bimodal” e direcionar os investimentos em TI de acordo com cada necessidade. Há quem invista 90% na gestão tradicional e 10% na gestão de inovação e experiências, onde não há  garantia de resultado. Se houver perda, o impacto não é tão grande, sendo que os avanços podem ser enormes. Vale a pena correr o risco, desde que seja calculado.

Gestores de TI devem avaliar quais serão os impactos sofridos pelos serviços diante de possíveis cortes motivados pela crise e garantir que eventuais mudanças não gerem riscos adicionais de segurança. Nesse sentido, é fundamental que exista uma retomada de controle de TI sobre o seu ambiente e uma visão gerencial que aponte e apoie os investimentos necessários, não apenas com assertividade, mas buscando igualmente o melhor aproveitamento dos recursos já existentes.

Este aproveitamento de recursos, bem como as novas soluções propostas devem estar alinhados com as  necessidades e expectativas do negócio, mantendo ou, tanto melhor, aperfeiçoando os níveis de eficiência,  produtividade, segurança e otimização de tempo. Se um determinado custo num setor vital da empresa – como é a área de TI -  proporcionar maior produtividade, com manutenção de qualidade e retorno, não há que se falar em gasto, mas em investimento.

Portanto, além de uma avaliação criteriosa sobre a adequação dos melhores sistemas de TI, é conveniente  contar com o suporte de empresas de serviços que ofereçam propostas de TI Bimodal com uma margem mínima de riscos, maior segurança, aumento de produtividade e custos competitivos.

O produto D2BI e a Sphere IT podem ajudar na redução de custos nas áreas de TI ao automatizar processos, reduzindo a carga de trabalho dos níveis técnicos das empresas.  O centro de operações da Sphere, atuando diretamente em ações de suporte, prevenção e correção de falhas, permite que as equipes técnicas de seus clientes se dediquem exclusivamente às atividades mais nobres da área de TI, agregando valor e gerando melhores resultados para a empresa.